Celulite ou Lipedema? Entenda as diferenças e como identificá-las

Irregularidades nos glúteos e nas pernas, parecidas com celulite, podem ser lipedema. Esta condição, ainda pouco conhecida, provoca o acúmulo de gordura, dor, sensibilidade ao toque, hematomas frequentes, inchaço, sensação de pernas pesadas e nódulos de gordura inflamada. 

O diagnóstico diferencial é importante para um tratamento correto e personalizado, pois o lipedema é frequentemente confundido com obesidade ou mesmo celulite. 

Observamos frequentemente essa confusão em nossos consultórios. Apesar de ambas as condições afetarem a aparência da pele, elas são completamente diferentes em suas causas, manifestações e tratamentos. 

Este artigo vai te ajudar a entender como diferenciar celulite de lipedema, seus estágios e os tratamentos disponíveis.

Como saber se é celulite ou lipedema?

As ondulações provocadas pelo lipedema são formadas por inchaço, acúmulo de gordura e nódulos, enquanto as da celulite por fibras que puxam a pele. As irregularidades causadas pelo lipedema acometem toda a perna, enquanto as formadas por celulite são depressões pontuais.

O lipedema tem causas muito parecidas com a celulite, com razões hormonais, acúmulo de gordura e dificuldade de circulação. Por isso, além dos nódulos, também é comum o surgimento de fibroses. Nesses casos é possível o tratamento com GoldIncision, um protocolo que associa bioestimulação e o descolamento subcutâneo para soltar os furinhos.

Na GoldIncision, a bioestimulação de colágeno trata a flacidez, multiplica os vasos sanguíneos e facilita a nutrição celular. Com o descolamento da fibrose acontece a redução da pressão que a gordura faz sobre os vasos, o que melhora a circulação, ajuda na diluição da gordura e redução do inchaço. Assim o protocolo ajuda no tratamento de diversas causas do lipedema e melhora a qualidade da pele.

A principal distinção entre celulite e lipedema está nas suas origens, características e formas de manifestação. Apesar de ambas afetarem principalmente mulheres e envolverem mudanças no tecido adiposo, tratam-se de condições diferentes.

As diferenças entre celulite e lipedema vão muito além do que questões estéticas. Embora ambas provoquem alterações na textura da pele e na silhueta corporal, é essencial conhecer as particularidades de cada condição para buscar o tratamento mais adequado.

Enquanto a celulite é uma condição estética comum que afeta cerca de 85% das mulheres em variados graus — podendo melhorar com certas mudanças no estilo de vida, quem sofre com lipedema lida com uma doença crônica progressiva associada à dor, maior sensibilidade local e inflamação, além das implicações estéticas associadas.

É comum essas pacientes perderem peso na parte superior do corpo, sem entretanto perceberem qualquer alteração nas áreas afetadas pelo lipedema, mesmo após dietas rigorosas.

No video abaixo, o Dr Roberto Chacur (CRM/RJ 953687) e a Dra. Fernanda Federico (CRM/SP: 204143), abordam esse tema, que tem recebido cada vez mais atenção no Brasil.

O que fazer pra tirar lipedema

O tratamento de lipedema requer dieta anti-inflamatória, controle hormonal e atividades físicas leve ou moderadas. Também podem ajudar drenagem linfática, uso de meias compressivas, tecnologias e procedimentos estéticos como a GoldIncision e em alguns casos lipoaspiração.

Como vemos, o problema requer uma abordagem multidisciplinar que pode envolver desde médicos pós-graduados em nutrologia, especialistas em cirurgia plástica, dermatologia, angiologistas ou cirurgiões vasculares.

A nutrologia é utilizada pelos médicos para a implementação de uma dieta anti-inflamatória, que envolve reeducação alimentar, suplementação, vitamínica ou hormonal, quando necessária, e a implementação de hábitos saudáveis para o reequilíbrio do organismo.

Entre as mudanças na alimentação estão a preferência por proteínas, menos açúcar e menos alimentos processados (linguiça, salsicha, salame, etc.). Também pode ajudar evitar exercícios de impacto e de alto esforço, preferindo atividades de intensidade leve a moderada.

Em alguns casos pode ser necessária a remoção cirúrgica da gordura com lipoaspiração. O procedimento é indicado em casos de dor, dificuldade de mobilidade e insatisfação com o contorno corporal.

O médico vascular é o especialista para tratar as condições circulatórias que podem estar associadas ao lipedema, como varizes e insuficiência venosa crônica, além de ajudar a prevenir complicações mais graves, como úlceras e trombose.

O que leva a pessoa a ter lipedema

O lipedema é causado pelo excesso do receptor de estrogênio beta, que é altamente inflamatório. As maiores chances de surgimento do lipedema são durante a puberdade, gravidez ou climatério, os principais momentos de mudanças hormonais nas mulheres.

O papel da inflamação no lipedema: dor, progressão e hematomas 

A dor é um aspecto bastante frequente na rotina de pacientes com lipedema e que raramente observamos na celulite.

Enquanto a celulite causa apenas desníveis e deformações na pele, o lipedema, por sua vez, frequentemente provoca dores, sensibilidade ao toque e predisposição a hematomas.

A dor no lipedema está diretamente relacionada à inflamação crônica que ocorre nos tecidos – dentro dele, células de gordura com núcleos necrosados são envoltas por “anéis” de fibrose. Isso causa uma deficiência de oxigênio nas células, o que contribui para o desconforto constante.

A sensação de peso nas pernas, particularmente ao final do dia, é outra queixa comum, não observada em mulheres afetadas pela celulite.

Há um real incômodo em relação ao aumento da sensibilidade a estímulos que normalmente não causariam desconforto, como até mesmo um toque leve. É comum o surgimento de hematomas e episódios dolorosos após leve pressão. Esse problema tende a aumentar ainda mais conforme os estágios da doença avançam.

A sensibilidade aumentada — proveniente da inflamação crônica — está associada a alterações estruturais do tecido adiposo, incluindo aumento da área dos adipócitos, acúmulo de fibrose intersticial, presença aumentada de macrófagos anti-inflamatórios (M2) em estágios avançados, fragilidade capilar.

Na prática, isso significa uma pele mais sensível e dolorida na região, com praticamente qualquer movimento podendo causar incomodo. Esses fatores explicam por que pacientes com lipedema frequentemente apresentam hematomas espontâneos e uma sensação constante de desconforto, mesmo em atividades cotidianas simples.

Essas alterações resultam em episódios de dor que podem transformar movimentos triviais, como cruzar as pernas, em uma verdadeira tortura. Essa sintomatologia, característica do lipedema, não é normal e exige reconhecimento precoce e intervenção especializada para evitar o agravamento do quadro.

A agilidade em buscar tratamento é de grande importancia, pois gatilhos inflamatórios como alimentos intolerantes, medicamentos ou cirurgias podem desencadear crises e piorar os sintomas. 

Essas manifestações estão relacionadas à níveis elevados de neuropeptídeos inflamatórios. A dor que acompanha o lipedema pode ser explicada por alterações nas terminações nervosas presentes na pele – pessoas com lipedema têm menor densidade de corpos celulares neuronais na região abdominal, fazendo com que até uma pequena pressão na pele pareça ser algo muito maior.

Quais os sintomas do lipedema grau I

No estágio 1 do lipedema a pele ainda preserva um toque natural, mas apresenta aumento de volume e pode ser interpretada como um ganho de peso comum. No estágio 2 a pele começa a apresentar irregularidade e fica menos provável a hipótese de sobrepeso. Os nódulos começam a aparecer, a textura da pele se altera e pode ficar sensível ao toque.

No estágio 3 os nódulos são proeminentes, a pele mais grossa e dolorida e intensificação da flacidez que pode prejudicar o movimento e o bem-estar emocional. No estágio 4 todos os sintomas pioram, a pele cria dobras, a dor e dificuldade de locomoção comprometem a qualidade de vida.

Celulite e lipedema: quais as diferenças?

Para que você possa entender e diferenciar corretamente o lipedema da celulite, detalharemos algumas características específicas de cada uma seus efeitos no corpo. 

  

Em primeiro lugar, quem tem celulite raramente sofre com sensibilidade ao toque, dor e hematomas, enquanto no lipedema, estas características são um dos principais incômodos.

A celulite pode aparecer em diversas áreas do corpo, mas geralmente concentra-se nos glúteos, coxas e, às vezes, no abdômen. Já o lipedema possui um padrão de distribuição simétrico, afetando ambos os lados do corpo igualmente. 

Uma característica marcante do lipedema é o chamado “tornozelo de braceletes”, que tipicamente deixa os pés “escaparem”, criando uma distinção clara na altura dos tornozelos, com casos assim possuindo uma estética que  se parece com um . Nos casos que afetam os braços, observa-se esse mesmo efeito nos pulsos.

Diferenças na pele

A pele em regiões com lipedema também tem sua própria característica, formando pequenos nódulos finos e alongados, que fazem com que pareçam haver “grãos de arroz” por debaixo da pele ao apalpar o local.

Comparação em close-up entre pele com celulite e pele com lipedema, mostrando diferentes texturas cutâneas.

Diferença visual entre celulite e lipedema: duas condições distintas que afetam o tecido subcutâneo com características clínicas próprias.

Já a celulite é conhecida por causar o famoso aspecto de “casca de laranja”.

A dor no lipedema está diretamente relacionada à inflamação crônica que ocorre nos tecidos – dentro dele, células de gordura com núcleos necrosados  são envoltas por “anéis” de fibrose. Este ambiente causa uma deficiência de oxigênio nas células, o que contribui para o desconforto constante. A sensação de peso nas pernas, particularmente ao final do dia, é outra queixa comum, não observada em mulheres afetadas pela celulite. 

Limitações de mobilidade

Com a progressão do lipedema, as limitações físicas tornam-se cada vez mais evidentes. Nos estágios avançados, o volume excessivo de gordura nas pernas pode comprometer significativamente a capacidade de locomoção. 

Muitas pacientes relatam dificuldade para realizar exercícios físicos, não apenas pelo desconforto durante a atividade, mas também pela dor que persiste após o esforço. Esta situação cria um ciclo vicioso: a dificuldade em se exercitar contribui para o ganho de peso, que por sua vez agrava o lipedema – relação que não existe para a celulite. 

Atividades cotidianas simples como subir escadas, ajoelhar-se ou permanecer em pé por longos períodos tornam-se desafiadoras. Alguns pacientes descrevem dificuldade até mesmo para encontrar roupas adequadas, precisando usar tamanhos diferentes para a parte superior (P) e inferior (M ou G) do corpo devido à desproporção.

A dificuldade para se mover não é causada apenas pelas áreas com gordura acumulada, mas também pelas fibroses e irregularidades que se desenvolvem no tecido. Estas alterações estruturais limitam a flexibilidade e ampliam o desconforto durante o movimento.

Impacto psicológico e emocional

O fardo psicológico do lipedema é possivelmente tão devastador quanto suas manifestações físicas. A frustração causada por diagnósticos incorretos e tratamentos falhos é uma constante na vida dessas mulheres.

Muitas pacientes passam anos tentando perder peso com dietas extremamente restritivas e exercícios intensos, apenas para verem resultados desanimadores nas áreas afetadas pelo lipedema. Esta resistência à perda de peso convencional gera sentimentos de fracasso e autoculpa.

O julgamento social é outro aspecto doloroso. Frequentemente rotuladas como “gordas” ou “sedentárias”, estas mulheres enfrentam estigmatização e preconceito. Consequentemente, algumas desenvolvem transtornos alimentares como bulimia nervosa ou anorexia na tentativa desesperada de eliminar lipedemas. 

O diagnóstico correto, embora traga alívio por finalmente nomear a condição, também traz a realidade de lidar com uma doença crônica, progressiva e incurável. 

Apesar de possuir certa relação com o peso corporal e o aumento de medidas, o que caracteriza verdadeiramente o lipedema é a presença de gordura inflamada. Já na celulite, temos o acúmulo normal de gordura nos glúteos e coxas devido ao hormônio feminino, mas que não causa desequilíbrio na proporção corporal. As irregularidas causadas pela celulite provocam desconforto que interfere na rotina, pois muda o modo de vestir e restringe os lugares frequentados. 

Assim como no lipedema, dieta e exercícios ajudam mas são insuficientes para celulite. Ambas as condições precisam de abordagem médica, uma conduta adequada baseadana empatia e em conhecimentos científicos.  

Diferenças na formação da celulite e do lipedema

O surgimento da celulite ocorre independentemente do peso ou da forma física, devido a uma combinação de fatores hormonais, com o principal exemplo disso sendo observado através da influência do estrogênio na forma como a gordura se distribui no corpo feminino.

Além do hormônio feminino, que promove o acúmulo de gordura localizada, a estrutura do tecido conjuntivo nas mulheres também é um dos principais fatores responsáveis pelo surgimento da celulite.  

Já o lipedema, por outro lado, é uma doença crônica que ocorre devido ao acúmulo anormal de gordura principalmente nas pernas e braços. Assim como a celulite, o lipedema possui forte componente genético e afeta praticamente apenas mulheres, também manifestando-se geralmente em períodos de mudanças hormonais como puberdade, gravidez ou menopausa.

Inicialmente, o lipedema pode parecer apenas um acúmulo de gordura qualquer. Nesse estágio, podemos observar uma diferença significativa em relação à celulite quando se trata da resposta da condição ao exercício físico e dieta – especialmente no início da condição. Enquanto a celulite pode reagir de maneira positiva, mesmo que moderadamente, a mudanças no estilo de vida, o lipedema é resistente à dietas e estratégias de perda de peso convencionais, e é a partir disso que geralmente surgem as suspeitas.

A situação começa a se tornar mais clara da mesma forma para muitas pessoas: mulheres com lipedema vivenciam repetidas vezes o padrão de perder peso na parte superior do corpo enquanto as áreas afetadas pelo lipedema permanecem praticamente inalteradas, mesmo após dietas rigorosas.

Além do hormônio feminino, que promove o acúmulo de gordura localizada, a estrutura do tecido conjuntivo nas mulheres também é um dos principais fatores responsáveis pelo surgimento da celulite.

O lipedema, por outro lado, é uma doença crônica progressiva. Ela ocorre devido ao acúmulo anormal de gordura principalmente nas pernas e braços. Assim como a celulite, o lipedema possui forte componente genético e afeta praticamente apenas mulheres, também manifestando-se geralmente em períodos de mudanças hormonais como puberdade, gravidez ou menopausa.

O que fazer pra tirar lipedema

O primeiro passo é procurar um tratamento especializado, com um profissional da área e uma clínica com equipamentos adequados. 

Como dito anteriormente, o lipedema é uma doença crônica e não há um medicamento ou tratamento que o faça desaparecer por completo. Portanto, seguir o protocolo médico é fundamental para evitar outros problemas ou uma situação agravada.

Porém, com um tratamento interdisciplinar é possível reduzir seus efeitos e retardar sua progressão.

O tratamento de lipedema requer dieta anti-inflamatória, controle hormonal e atividades físicas leve ou moderadas. Também podem ajudar drenagem linfática, uso de meias compressivas, tecnologias e procedimentos estéticos como a GoldIncision e em alguns casos lipoaspiração.

Como vemos, o problema requer uma abordagem multidisciplinar que pode envolver desde médicos pós-graduados em nutrologia, especialistas em cirurgia plástica, dermatologia, angiologistas ou cirurgiões vasculares.

A nutrologia é utilizada pelos médicos para a implementação de uma dieta anti-inflamatória, que envolve reeducação alimentar, suplementação, vitamínica ou hormonal, quando necessária, e a implementação de hábitos saudáveis para o reequilíbrio do organismo.

Entre as mudanças na alimentação estão a preferência por proteínas, menos açúcar e menos alimentos processados (linguiça, salsicha, salame, etc.). Também pode ajudar evitar exercícios de impacto e de alto esforço, preferindo atividades de intensidade leve a moderada.

O médico vascular é o especialista para tratar as condições circulatórias que podem estar associadas ao lipedema, como varizes e insuficiência venosa crônica, além de ajudar a prevenir complicações mais graves, como úlceras e trombose.

Em alguns casos pode ser necessária a remoção cirúrgica da gordura com lipoaspiração. O procedimento é indicado em casos de dor, dificuldade de mobilidade e insatisfação com o contorno corporal.

Qual exame detecta o lipedema

Exames como ultrassom doppler venoso, linfocintilografia, DEXA e bioimpedância, podem auxiliar no diagnóstico da doença e ajudar a diferenciar o lipedema de outras condições semelhantes, como linfedema e obesidade comum.

Outros exames de imagem como a tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (RM) também podem ser utilizados para avaliar a região afetada e contribuir para o fechamento do diagnóstico.

A ultrassonografia costuma ser a primeira opção pois possibilita identificar eventuais distúrbios venosos com baixo custo e sem a utilização de nenhum tipo de radiação ionizante.

Outra opção não invasiva é a bioimpedância, o exame permite avaliar a composição que causou o aumento de volume das pernas, pois identifica a porcentagem de gordura, músculos e água do corpo.

Através da cintilografia é obtida uma visão mais detalhada do sistema linfático, na qual é possível identificar alterações tanto no fluxo quanto na estrutura da linfa. 

Os nódulos de gordura inflamada característicos do lipedema podem ser observados na tomografia, assim como as fibroses, que causam a celulite.

A ressonância magnética ajudar a diferenciar o lipedema de condições, como a obesidade ou o linfedema, pois apresenta a distribuição da gordura e a presença de edemas ou fibrose.

Qual é o tratamento estético indicado para lipedema

Aparelhos de estimulação eletromagnética como o TransformX contribuem para síntese de colágeno, redução de gordura e tonificação muscular. Sessões de drenagem Linfática Manual ajudam a melhorar a circulação local e reduzir o inchaço.

Tecnologias de radiofrequência como o Morpheus8, focam na remodelação profunda da pele. O protocolo GoldIncision, por sua vez, utiliza técnicas reconhecidas como bioestimulação e descolamento para produção de colágeno e vasos sanguíneos, liberação da circulação, alívio do inchaço e melhora da qualidade da pele.

Cirurgia de lipedema: técnicas e resultados antes e depois

Para casos avançados ou com falha no tratamento clínico, a lipoaspiração tumescente é indicada. Novas tecnologias como laser lipo (Renuvion ou BodyTite) melhoram os resultados ao promover retração da pele e melhor contorno corporal.

A técnica Goldincision® mostra excelentes resultados para casos severos de celulite, combinando bioestimuladores de colágeno e descolamento de septos fibrosos. Esta técnica melhora a circulação, metabolismo local e reestrutura o colágeno.

É importante ressaltar que o tratamento do lipedema deve ser contínuo e individualizado, e, quando necessário, cirúrgicas para melhor controle da doença.

 

 

Os preços informados podem variar de acordo com a avaliação presencial feita pelo médico.

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Autor do conteúdo

DR. ROBERTO CHACUR

Médico Cirurgião
CRM-RJ 953687 | CRM-SP 124125 RQE-SP 33433

– Experiência de 19 anos trabalhando exclusivamente com pesquisa e tratamento da celulite e glúteos
– Speaker no Congresso Mundial de Dermatologia (Milão, Itália)
– Autor do livro Vitória Contra a Celulite (AGE, 2023)
– Coordenador do estudo de caso sobre Correção Glútea: um estudo de coorte de 10 anos (PRSGO Journal)
– Autor do livro Ciência e Arte do Preenchimento (Editora AGE, 2018)
– Membro da Sociedade Americana de Laser para Medicina e Cirurgia (ASLMS)
– Associado à Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC)
– Residência em Cirurgia Geral pela Universidade Luterana do Brasil (RS)
– Formado em Medicina pela Universidade Luterana do Brasil (RS)

No capítulo livro “Vitória contra Com a colaboração de colegas médicos experientes, o Dr. Roberto Chacur reúne neste livro uma abordagem em torno do tema que vai desde a gênese da celulite, o método próprio de avaliar e classificar, as doenças associadas e a modulação hormonal até os tratamentos existentes, o que realmente funciona e por qual motivo o método GOLDINCISION é considerado o padrão ouro.

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